quinta-feira, 9 de maio de 2013

Exposição Registro da Escravidao

Até o dia 9 de junho estará aberta ao público, no Rio de Janeiro, a exposição ‘O registro da escravidão na vida privada II', organizada pela Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), vinculada ao Ministério da Cultura.
A primeira mostra foi realizada no ano passado, mas como os documentos sobre o tema não se esgotaram e tendo em vista o impacto do projeto junto ao público visitante, agora, em 2013, está sendo apresentada uma segunda edição do registro.
Na nova versão estão disponibilizados documentos que falam do trabalho no campo, do cotidiano, do nascimento, da liberdade conquistada, dos tratamentos médicos, das negociações, do controle do estado e do preconceito. Foram utilizados documentos do arquivo de Rui Barbosa, das Coleções Família Barbosa de Oliveira e de José Antunes Rodrigues de Oliveira Catramby.
A exposição é organizada pelo Serviço de Arquivo Histórico e Institucional da FCRB. A visitação pode ser feita de 3ª a 6ª feira, das 10h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h. A taxa de ingresso é de R$ 2,00. Menores de 10 anos e maiores de 65 anos não pagam. Aos domingos, a entrada é franca.
A Casa de Rui Barbosa fica na Rua São Clemente, 134, próximo à estação Botafogo do Metrô, no Rio de Janeiro. Telefone: (21) 3289-4600.
Visite o site da FCRB
(Ascom/ MinC)
(Fonte: FCRB)
 

Parceria entre Prefeitura e Banco do Nordeste vai beneficiar pescadores de São Miguel dos Campos


Uma palestra realizada na última terça-feira (07), promovida pela Secretaria Municipal de Agriculta e Meio Ambiente da Prefeitura de São Miguel dos Campos, com pescadores da Colônia Z-38, trouxe ao município um representante do Banco do Nordeste.

Durante o encontro, os pescadores puderam fazer perguntas e tirar dúvidas sobre os financiamentos e empréstimos que o Banco do Nordeste oferece à classe de pescadores.

José de Lima Filho, do BNB, que também é técnico do Ministério da Pesca, falou aos presentes sobre a importância dos pescadores possuírem a Declaração de Aptidão (DAP), já que esse documento serve como uma identificação do produtor familiar e, para obtê-lo, o pescador e o agricultor devem dirigir-se a um órgão ou entidades credenciados.

Para se credenciar e fazer a DAP, que dá acesso aos créditos oferecidos pelo Banco do Nordeste, além dos projetos do Governo Federal, deve-se procurar as superintendências Federais de Pesca e Agricultura e as colônias de pescadores, que estavam representadas na palestra pelo presidente da Z-38, Benedito Chagas. “Em São Miguel, para maiores informações, deve-se procurar a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, que funciona na sede da Prefeitura Municipal”, esclarece Marília Batista, coordenadora da Secretaria.

O vice-prefeito Pedro Ricardo Jatobá (Pedoca), compareceu ao evento e falou com os pescadores sobre o empenho do Poder Executivo. Pedoca também respondeu às perguntas sobre a doação da Prefeitura à classe, quanto à doação de terrenos para a construção de moradias. Pedoca foi enfático, e disse que tanto ele, quanto o prefeito George Clemente, estão dispostos a tornar essa promessa uma realidade. “O prefeito se sensibilizou com o pedido dos terrenos, e nós estamos trabalhando para poder cumprir a promessa que foi feita, encontrando um espaço adequado para poder construir as moradias dessa classe que tanto trabalha e luta”, garantiu.

Também participaram da palestra, a coordenadora da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, Marília Batista, o Assistente Técnico Rural, João Correia, e a presidente da Federação Estadual de Pesca, Eliane Morais.

O evento foi realizado em um restaurante na comunidade Enché-Maré, no Povoado Coité, zona rural da cidade de São Miguel dos Campos, onde se concentra o maior número de pescadores no município.

Reforma da biblioteca do Espaço Cultural começa em junho

 
A partir do dia 2 de junho, a Biblioteca Juarez da Gama Batista será fechada ao público para dar início às obras de reforma da unidade instalada nas dependências do Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa. De acordo com a presidente da Fundação Espaço Cultural (Funesc), Lu Maia, assim como outros setores, a biblioteca será colocada à disposição do consórcio formado pelas construtoras Contérmica, Compecc e Ágape, responsáveis pelo trabalho de recuperação do prédio. O Planetário também interrompeu as atividades. O funcionamento só será retomado após o término das obras.
A presidente da Funesc lembra que o Espaço Cultural passa por reformas estruturais. No caso específico da biblioteca, receberá isolamento acústico adequado, peças em granito, nova pintura, recuperação de piso e teto, instalações elétricas, sistema de ar-condicionado e nova iluminação.
Com a ordem de serviço assinada em janeiro, o Governo do Estado iniciou em fevereiro a primeira etapa da reforma do prédio do Espaço Cultural José Lins do Rego.  As obras orçadas em aproximadamente R$ 20 milhões tiveram início pelos seis auditórios localizados no mezanino 1. Carpetes, portas e estruturas de revestimento foram arrancados para receber as melhorias. O mezanino onde estão os auditórios já foi interditado para garantir a segurança de funcionários e usuários do Espaço Cultural. Outro local que já foi desmontado é a sala de dança. Interditado desde 2011, o ambiente não oferecia condições mínimas de uso e também será completamente renovado.
As principais salas de espetáculos, o Teatro Paulo Pontes e o Cine Banguê, também entraram nesta primeira etapa de obras. Aproximadamente 50 trabalhadores estão envolvidos nessa fase. De acordo com o engenheiro Alex Oliveira, a expectativa é que, nos próximos meses, mais homens sejam empregados para agilizar a reforma.
Durante este ano é importante que os frequentadores fiquem sempre atentos quanto ao funcionamento do Espaço Cultural, pois poderão ocorrer alterações de acordo com as necessidades dos serviços. A direção da Funesc vinha mantendo, até o último mês, parte de suas atividades para evitar o fechamento total do prédio. É preciso que todas as pessoas respeitem, rigorosamente, as interdições que já foram feitas e as que estão por vir, e não ultrapassem as áreas isoladas para garantir a segurança de todos.

Governo promove ação social voltada aos ciganos no Sertão paraibano

O Governo da Paraíba, através da Secretaria de Estado da Cultura, realizou nessa terça-feira (7) uma ação de assistência emergencial junto às comunidades ciganas da cidade de Sousa, no Sertão paraibano. As atividades contam com a presença do secretário de Estado da Cultura, Chico César, e são desenvolvidas em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade (SEPPIR), ligada à Presidência da República. Na ocasião, serão distribuídas 524 cestas básicas a 262 famílias da região.
A entrega das cestas vai acontecer no Centro Calon de Desenvolvimento Integrado (CCDI), equipamento sociocultural de referência da cultura cigana. A ação marca a retomada das atividades do Centro que estava desativado desde 2009. Agora, a Secult passa a integrar a gestão do equipamento cultural, que vai funcionar sob gestão compartilhada entre poder público e sociedade civil, através das lideranças ciganas.
A comunidade cigana de Sousa é composta por três ranchos localizados na zona periférica da cidade, com uma população de aproximadamente 1750 ciganos. As comunidades vêm sofrendo as consequências do período de estiagem. Nesta segunda-feira (6), houve a realização de uma ação coordenada, onde se efetuou o Cadastro Único de grande parte da população. As cestas foram doadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, através da articulação entre SEPPIR e Secult-PB. O cadastro habilita as famílias a receberem os benefícios de diversos programas sociais advindos do Governo Federal. Efetuado o cadastro, as comunidades vão passar a receber regularmente os benefícios.
Para o secretário de Cultura, Chico César, “é de extrema importância trabalhar com o conceito de cultura cidadã, cultura como direito à cidadania. Queremos garantir o direito desses indivíduos de se expressarem como grupo, como coletivo, dentro de suas particularidades. Nesse sentido, a Secult-PB tem intensificado a sua busca em trazer a fala e a contribuição desses povos que estão à margem da nossa sociedade, a exemplo dos ciganos, dos quilombolas, dos indígenas”.
Ainda segundo Chico César, a ação “pretende garantir o atendimento dessas necessidades básicas, primordiais, para que possamos restabelecer laços de confiança para que a cultura desse povo se manifeste, transcenda o ambiente que eles vivem e preencha esse espaço com cor e calor, permeando o território paraibano com cultura”.
Santa Sara de Kali – No dia 24 de maio é realizada uma tradicional festa de celebração a Santa Sara de Kali, padroeira dos ciganos. Por conta da festividade, a Secult-PB retornará à Sousa no fim do mês, com o objetivo de participar da atividade e acompanhar as ações desenvolvidas no CCDI.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Governo dos EUA é novo aliado do rock

O governo dos Estados Unidos tem ajudado os exportadores do país a vender sistemas de telecomunicações para a Macedônia, tratores para o Chade e elevadores para o Japão. Agora, está ajudando a impulsionar um outro tipo de exportação: o rock americano.

Pela primeira vez, o braço de comércio do governo dos EUA está apoiando o mercado da música e financiou nos últimos meses missões comerciais de gravadoras independentes para o Brasil e a Ásia. Essas gravadoras respondem por cerca de um terço do mercado americano de música e representam artistas.

É uma mudança de direção para a Administração de Comércio Internacional (ITA, na sigla em inglês) que gastou US$ 2 milhões por ano para aumentar as exportações nas últimas duas décadas por meio do seu Programa de Desenvolvimento de Mercado Cooperador, mas que nunca tinha concedido antes um de seus subsídios de US$ 300.000 à indústria da música. O programa costuma atender setores como o de máquinas, tecnologia e serviços de engenharia.

Até o ano passado, a agência não tinha recebido nenhuma solicitação da indústria fonográfica. "Precisamos encontrar novas fontes de receita", diz Rich Bengloff, presidente da Associação Americana de Música Independente. Ele organizou reuniões com distribuidores locais, operadoras de telefonia celular, agentes de shows e agências de publicidade. "Temos que nos adequar a uma menor monetização nos EUA."

Selos independentes veem grandes oportunidades na América Latina e na Ásia. Muitos dos executivos de gravadoras independentes que visitaram Seul, Xangai e Hong Kong no segundo semestre do ano passado como parte do programa do ITA já assinaram contratos de distribuição e licenciamento no exterior que vão gerar centenas de milhares de dólares por ano, diz Bengloff. Os acordos podem chegar a 25% da receita de pequenas gravadoras.

Alec Bemis, sócio-gerente do selo independente Brassland, de Nova York, disse que, como resultado de uma missão comercial subsidiada pelo governo, assinou recentemente acordos de distribuição digital na Coreia do Sul e em Hong Kong, iniciou negociações para licenciar uma canção para um comercial da Hyundai Motors 005380.SE 0.00%e fechou acordos para shows em festivais em Hong Kong e Taiwan por valores que chegam a cinco dígitos.

[image]

As exportações são parte de um plano de sobrevivência, à medida que a indústria da música luta para se adaptar às enormes transformações na tecnologia. Para as gravadoras independentes, que enfrentam escassez de recursos e não têm o mesmo alcance das grandes, as exportações são ainda mais importantes para crescer. Além disso, a participação da música americana no mercado global caiu de 38% em 1990 para 27% hoje.

As vendas de música nos EUA — tanto digitais como físicas — somaram US$ 7,1 bilhões no ano passado, de acordo com a Associação da Indústria Fonográfica dos EUA, comparado com US$ 11,8 bilhões dez anos atrás. A disponibilidade crescente de música de qualidade e gratuita no YouTube, serviços de streaming como o Spotify e Pandora e a pirataria prejudicam o setor.

Nos EUA, as vendas digitais respondem por 58% do mercado de música, segundo a Federação Internacional da Indústria Fonográfica, ou IFPI. A Alemanha, ao contrário, compra apenas 19% da sua música no formato digital.

O Japão, que em 1990 tinha a metade do tamanho do mercado americano, pode se tornar líder mundial nas compras de música no próximo ano, segundo analistas, graças ao seu grande interesse por gravações e CDs. A música digital representa apenas 17% do mercado japonês, informa a IFPI.

No Brasil, que segundo a IFPI ocupa o oitavo lugar no ranking mundial, a receita total foi de R$ 504 milhões em 2012, 8,9% maior do que no ano anterior, e o formato digital representou 27% das vendas. A receita com o formato digital cresceu 81% em 2012, enquanto as vendas físicas caíram 10% no ano.

Bemis, da gravadora Brassland, que retornou da missão ao Brasil recentemente, diz que depois de comparar as lojas de discos, casas noturnas e as expressões faciais dos brasileiros ao mencionar os nomes das bandas que representa, ele acredita que o Brasil pode vir a ser ainda mais lucrativo do que a Ásia. Bemis não fechou nenhum negócio no país, mas a pesquisa de mercado que a viagem lhe proporcionou, segundo ele, foi inestimável. "Eu pensei: 'Ah, isso pode dar certo.'"

Teatro Guaíra abre inscrição para o 19º Festival Espetacular de Teatro de Bonecos

O 19º Festival Espetacular de Teatro de Bonecos  acontecerá de 06 a 14 de julho, em Curitiba.
Serão aceitas somente inscrições de espetáculos inéditos em edições anteriores deste Festival. Os espetáculos inscritos serão selecionados por uma Comissão formada entre o Teatro e a Associação Paranaense de Teatro de Bonecos. O prazo para inscrição encerra dia 01/junho/2013.
 

Para se inscrever e preencha a Ficha de Inscrição e envie com os anexos solicitados para o email:
dpa@cctg.pr.gov.br 
 
 

The National" tocaram uma só música durante seis horas

O grupo norte-americano The National atuou no ultimo domingo dia 5 no espaço PS1 do museu MoMA, em Nova Iorque, durante seis horas, nas quais interpretou apenas uma música, "Sorrow", no âmbito de uma instalação do artista islandês Ragnar Kjartansson.
"The National" tocaram uma só música durante seis horas
 


foto GONÇALO VILLAVERDE/Global Imagens
Matt Berninger
 
A banda, que atuará em novembro em Portugal, protagonizou uma maratona de seis horas consecutivas a interpretar sempre o mesmo tema, "Sorrow", do álbum "High Violet" (2010.
A atuação decorreu no espaço PS1, do Museu de Arte Moderna (MoMA), em Nova Iorque, com a banda rock a testar os limites da repetição em palco de uma mesma melodia, que em disco tem cerca de três minutos e meio.
O convite aos The National foi feito pelo artista islandês Ragnar Kjartansson para a instalação "A lot of Sorrow", com o objetivo de explorar "o potencial de uma performance repetitiva para criar uma foram escultural dentro do som", lê-se na nota de intenções no site do museu.
Toda a atuação foi registada por várias câmaras.